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O amor natural, como o conhecemos, é um sentimento profundo, duradouro, estável e complexo, sendo necessário um longo período de tempo para que possa se desenvolver. O amor natural está baseado numa relação de reciprocidade e cuidado com a pessoa amada ou com o objeto amado.

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Estudo da Semana

   AMOR & Amores

Uma breve reflexão sobre o amor divino e o amor do homem natural


"...Deus é amor (1 Jo 4:16).

Amor Divino e Amor do Homem Natural

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Introdução

O amor natural, como o conhecemos, é um sentimento profundo, duradouro, estável e complexo, sendo necessário um longo período de tempo para que possa se desenvolver. O amor natural está baseado numa relação de reciprocidade e cuidado com a pessoa amada ou com o objeto amado.

Deus é amor (1 Jo 4:16).

E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem permanece em amor, permanece em Deus, e Deus nele.


Se Deus é amor, há pecado em amar?

Antes de respondermos diretamente à pergunta, precisamos entender alguns ensinamentos bíblicos sobre o amor.

O amor que vem de Deus é:

  • Gerado e direcionado por Deus, de sua origem ao seu destino.

I - A Primeira Reflexão

Se Deus é amor, Ele é o autor, a fonte, Aquele que gera e faz fluir; quem normatiza, norteia, determina e direciona o amor.

O foco do amor, o destino do amor não pode ser algo proibido por Deus. Amor com destino proibido não vem de Deus. O amor com destino proibido tem a sua origem no coração pecaminoso do homem, portanto, é um sentimento carnal e poderá trazer grandes prejuízos ao transgressor.

Deus, em Sua Palavra, proíbe diversos amores, entre eles:

  • Amor ao Mundo - 1 Jo 2:15

Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

  • Amor ao Dinheiro - 1 Tm 6:10 - Mt 6:24

Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

  • Amor a Mulher do Próximo - Dt 5:21 - Lv 18:20 - Mt 5:28

Não cobiçarás a mulher do teu próximo; não desejarás a casa do teu próximo; nem o seu campo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

O amor que não vem de Deus é um sentimento: carnal,possessivo, egoísta, interesseiro, materialista e conflitante com as Escrituras Sagradas, portanto, pecaminoso. Trata-se de uma paixão, cuja origem está imersa na natureza humana caída, com suas falhas, limitações, imperfeições e tendências pecaminosas.

II - A Segunda Reflexão

O amor divino é diferente. É um atributo de Sua natureza santa e perfeita. Não é possessivo, interesseiro, egoísta, materialista e jamais pecaminoso. O amor divino é perfeito, incondicional, altruísta, serviçal e sacrificial. Jo 3:16.

Se Deus é amor, o ser humano precisa estar ligado a essa fonte para que possa fluir em seu ser o verdadeiro amor, ou seja, para que aconteça a experiência do amor que vem de Deus, o ser humano precisa estar em comunhão com Ele.

  • Uma pessoa separada de Deus apresenta uma versão distorcida do verdadeiro amor. Quem não está debaixo do governo de Deus não expressa o amor divino como deveria ser, mas somente as paixões humanas, carnais, falhas e pecaminosas.

Em vez de experimentar o verdadeiro e divino amor, o homem sem comunhão com Deus, será tendencioso para as coisas que agradam o seu próprio coração e, consequentemente, desagradam a Deus: amor ao mundo, amor ao dinheiro, amor à mulher do próximo e outras paixões proibidas por Deus nas Escrituras Sagradas.

III - A Terceira Reflexão -

Como o amor de Deus chega ao homem?

Sabemos que o Amor é um atributo divino. E que Deus criou o homem a Sua imagem e semelhança.

É perfeitamente concebível dizer que o homem, ao ser criado por Deus, era um ser plenamente amoroso, mas a queda espiritual trouxe a dessemelhança do homem como imagem de Deus, restando-lhe apenas resquícios isolados dessa qualidade divina.

Em vez do amor, subprodutos de uma natureza caída afloraram em paixões carnais e sentimentos egoístas, os quais passaram a se sobrepor na afetividade humana.

A boa notícia é que o amor é um atributo divino compartilhável e aqueles que são de Cristo, recebem o "derramar do amor" em seus corações por uma ação graciosa do Espírito Santo.

E a esperança não desaponta, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. (Rm 5:5).

Somente as pessoas convertidas a Cristo, habitadas pelo Espírito Santo, têm o amor que vem de Deus, que é gerado e direcionado pela Sua soberana vontade.

Os amores proibidos fazem parte da vida das pessoas que não vivem sob o governo de Deus. Os amores lícitos e verdadeiros fazem parte da vida das pessoas que se submetem ao governo do Espírito Santo: amor a Deus, à vida, ao próximo, aos familiares (à esposa, filhos, pais, irmãos), aos amigos, às boas obras, à meditação nas Escrituras, etc. são alguns exemplos de "amores lícitos".

Quem tem o Espírito Santo e é governado por Deus:

  • Manifesta o amor lícito e verdadeiro, que vem do próprio Deus. I Jo 4:16;
  • Consegue perdoar os ofensores e amar os próprios inimigos; Mt 5:44;
  • Ama a Deus com todas as forças, entendimento e alma; ama ao próximo como a si mesmo; Mt 22:37-38.

V - A Quarta Reflexão - Amor à Vida & Amor ao Mundo

Há duas expressões que se confundem: amar a vida e amar o mundo. A primeira é louvável, a segunda é extremamente perigosa.

Amar a vida é o que se espera de todo ser humano psicologicamente saudável. Amar a vida é ter consciência da importância da própria existência, dos direitos e deveres, do trabalho e do descanso, dos altos e baixos, da individualidade e da sociedade, da juventude e da velhice, entre outras estações de nossa peregrinação debaixo do Sol.

Acontece que a verdadeira vida não se resume a uma mera existência biológica e temporal nesta terra. A vida, em sua plenitude de significado e de sentido, extravasa o tempo e os dissabores da queda espiritual.

O Filho de Deus, Jesus, veio para que tenhamos a verdadeira vida, que hoje traz o Espírito Santo ao nosso interior e no porvir nos fará romper os portais da eternidade, em glória. Quem crê em Jesus Cristo segue a jornada terrena com o coração no Alto, investindo seus sonhos, recursos e trabalho no mais extraordinário projeto de vida: fazer a vontade de Deus.

Mas...Amar o mundo é diferente. É uma devoção ao sistema operante, que jaz no maligno; é estar seduzido e enlaçado pelo perecível e temporal.

Diferente de amar a Deus sobre tudo e todos e diferente de amar o próximo, em especial as pessoas que precisam de salvação, o amor ao mundo busca o prazer aqui e agora, em detrimento do chamado divino, consolidando desejos pessoais em total independência da vontade de Deus.

Quem ama o mundo vive focado em si mesmo, em suas paixões carnais, por isso ignora a vontade de Deus; dia a dia afasta-se Dele porque tem outra paixão, maior e mais forte.

Você faz o que você gosta. Você se esforça e luta por aquilo que você ama. Aquilo que você ama, você valoriza, defende, corre atrás, quer estar sempre perto.

Tudo que é excessivamente amado e valorizado, causa um apego profundo e se torna o nosso tesouro. O que estabelecermos como tesouro dominará toda a nossa vida, porque ele traz devoção e escravidão.

Portanto...

1 Jo 2: 15 Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

1 Jo 2: 17 Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre.

VI - Amor a Deus

2 Co 5: 14 Pois o amor de Cristo nos constrange....

Constranger:

Envergonhar, intimidar, encabular, embaraçar, acanhar, Incomodar, pressionar, etc.

Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. Marcos 12:30.

O amor é produzido naqueles que nasceram do Espírito e esse amor deve ser exercido a Deus com todo o querer, afeições, poderes e esforços que o ser humano tem.

Nenhuma reserva, subtração ou divisão com outros amores. Deus acima de tudo e de todos.

Conclusão

Que tipo de amor você tem apresentado a Deus?

O seu melhor, o maior querer, a maior dedicação e o maior esforço? Ou um simples bem-querer?

Lembre-se que o amor que vem de Deus é graciosamente derramado nos corações de seus filhos, mas O SENHOR não nos obriga a amá-Lo. Deve haver uma conscientização de nossa parte de que Ele é o nosso tesouro maior, o nosso Deus, a razão de nossa existência, o único que é digno de toda honra, glória, louvor, devoção, adoração e amor.

Se você é uma pessoa que ainda não experimentou a amor de Deus em sua vida. Se você ainda não entregou a sua vida a Cristo, você deve mudar imediatamente essa situação com uma rendição profunda a Deus.

Filho meu, dá-me o teu coração; e deleitem-se os teus olhos nos meus caminhos. Provérbios 23:26.

Submeta-se a Cristo agora mesmo, renda-se inteiramente a Jesus Cristo, dando-lhe o governo de seu coração.

Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. Marcos 12:30.

Pense nisso! E que Deus nos abençoe rica e abundantemente! Amém!

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